| Praça Lauro Müller no domingo. |
“As coisas das quais nos ocupamos, na fotografia, estão em constante desaparecimento, e, uma vez desaparecidas, não dispomos de qualquer recurso capaz de fazê-las retornar. Não podemos revelar e copiar uma lembrança.”Henry Cartier-Bresson. É assim que vejo esta feliz iniciativa da Fátima Santos ao constituir esta página destinada a registrar e eternizar seus infindáveis olhares de Canoinhas, proporcionando a todos uma viagem pela cidade e pelos seus melhores recantos. Fernando Tokarski
domingo, 21 de setembro de 2014
Mateada Cultural e Fandango a São Gonçalo
Aconteceu dia 13 de setembro, na Capela Nossa Senhora das Graças, na Vila Fuck a Mateada Cultural e o Fandango.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Feliz Aniversário Canoinhas!
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Entardecer
" Nos dias em que os meus pés estão pesados, abraço-me ao vento,
para sentir Deus soprar a esperança dentro do meu coração. Certos momentos me assustam, mas jamais conseguirão roubar a minha Fé. "
Faby Poesias
para sentir Deus soprar a esperança dentro do meu coração. Certos momentos me assustam, mas jamais conseguirão roubar a minha Fé. "
Faby Poesias
História da canoa
Em 1979, depois de receber informações de moradores do lugar Boa Vista, o historiador Fernando Tokarski localizou no interior de Canoinhas, no lugar conhecido por Papuã, uma grande canoa. Avariada, ela estava no leito do riacho Pauâ, pequen...o afluente do Rio Negro, a uns 150 metros da foz daquele rio principal, na divisa entre Santa Catarina e o Paraná.
A embarcação tem 11,6 metros de comprimento por 1,4 metros de largura. É a maior embarcação conhecida do gênero encontrada na região, pertenceu a Antônio Corrêa de Mello, antigo morador de Canoinhas, cuja descendência persiste no município. A canoa foi construída por volta de 1890, a partir de uma grande imbuía encontrada em terras de Preciliano Mattoso, grande latifundiário do interior de Canoinhas, então território paranaense e pleiteado por Santa Catarina.
Era denominada "Canoa da Vovó" e se destinava ao transporte de mercadorias, sobre tudo de erva mate, entre o interior de Canoinhas e a cidade de Rio Negro.
Jacob Corrêa, bisneto de Antônio Corrêa de Mello, contou que por razões desconhecidas, a canoa foi atacada e avariada durante a Guerra do Contestado, possivelmente em 1914. Os revoltosos então conhecidos por fanáticos, em forma de V produziram dois rombos no casco, impossibilitando que ela continuasse a navegar.
O historiador supõe que durante as sucessivas enchentes, a canoa acabou sendo arrastada e encalhou no riacho onde foi encontrada. (Fonte: Prefeitura Municipal de Canoinhas) A canoa encontra-se no Parque de Exposições Ouro Verde.
A embarcação tem 11,6 metros de comprimento por 1,4 metros de largura. É a maior embarcação conhecida do gênero encontrada na região, pertenceu a Antônio Corrêa de Mello, antigo morador de Canoinhas, cuja descendência persiste no município. A canoa foi construída por volta de 1890, a partir de uma grande imbuía encontrada em terras de Preciliano Mattoso, grande latifundiário do interior de Canoinhas, então território paranaense e pleiteado por Santa Catarina.
Era denominada "Canoa da Vovó" e se destinava ao transporte de mercadorias, sobre tudo de erva mate, entre o interior de Canoinhas e a cidade de Rio Negro.
Jacob Corrêa, bisneto de Antônio Corrêa de Mello, contou que por razões desconhecidas, a canoa foi atacada e avariada durante a Guerra do Contestado, possivelmente em 1914. Os revoltosos então conhecidos por fanáticos, em forma de V produziram dois rombos no casco, impossibilitando que ela continuasse a navegar.
O historiador supõe que durante as sucessivas enchentes, a canoa acabou sendo arrastada e encalhou no riacho onde foi encontrada. (Fonte: Prefeitura Municipal de Canoinhas) A canoa encontra-se no Parque de Exposições Ouro Verde.
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